24 de setembro.
Estava na praça Afonso Pena,na Tijuca, esperando o ônibus que junto aos meus amigos me levaria ao Rock in Rio.
Um homem de cabelos cacheados e rebeldes, que usava um nariz de palhaço, nos aborda e pede informações sobre como chegar ao local que ele queria ir.
O tal homem tira uma caixinha de papelão do bolso e pede para que nós pegássemos um papelzinho de dentro dela. Eu perguntei: " o que é isso?". Ele me respondeu: "É um presente; um passado,ou um futuro."
É tão estranho alguém romper com o seu cotidiano ao entregar um simples papel com uma simples mensagem de realidade humana.

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