segunda-feira, 30 de abril de 2012
"Elizabeth ouviu-a em silêncio, mas não ficou convencida. A atitude delas no baile não correspondia exatamente àquela que seria de esperar de alguém que desejasse agradar. Dotada de um sentido de observação mais vivo e de um temperamento menos dócil do que a irmã, além de um espírito crítico impessoal demais para se deixar arrastar por simpatias, ela sentia-se pouco disposta a acolhê-las de braços abertos." Orgulho e Preconceito - Jane Austen
Acho que quem leu "O apanhador no campo de centeio" e gostou de cara do livro, não entendeu a temática central.
Na noite em que terminei de ler o livro, tive insônia. São raros os meus casos de falta de sono, pois sou uma preguiçosa nata. Acontece que a história ficou se repassando pela minha cabeça. Qual o objetivo de uma pessoa ao escrever um livro, criar uma história toda voltada pro final do enredo e nada,simplesmente NADA acontecer? Por que o personagem principal bola vários planos na cabeça dele e, no final, continua vivendo sua vida normal?
O final do livro quebra toda a sua expectativa e causa raiva. Achei o personagem principal o mais babaca dos seres humanos existentes. Fiquei furiosa por ter gasto meu tempo com algo tão decepcionante.
Foi quando eu percebi que a maioria de nós tem as mesmas atitudes de Holden Caulfield. Quem se decepciona, é porque se vê um pouco em Holden. Por que, muitas vezes, o que não nos falta é vontade de mudar. De virar tudo de ponta cabeça. De bagunçar um pouco a monotonia que são nossos dias . É a vontade de fazer da vida algo extraordinário. Só que, então, quebramos nossas próprias intenções de mudança. Voltamos pra casa, cumprimos com nossa rotina e tarefas diárias. E ai de quem dentre nossos conhecidos ousar a quebrar as rotinas. Criticamos por invejar aqueles que fogem à regra da "vida normal".
Ser um pouco como o Holden Caulfield é ser um pouco ser humano.
Na noite em que terminei de ler o livro, tive insônia. São raros os meus casos de falta de sono, pois sou uma preguiçosa nata. Acontece que a história ficou se repassando pela minha cabeça. Qual o objetivo de uma pessoa ao escrever um livro, criar uma história toda voltada pro final do enredo e nada,simplesmente NADA acontecer? Por que o personagem principal bola vários planos na cabeça dele e, no final, continua vivendo sua vida normal?
O final do livro quebra toda a sua expectativa e causa raiva. Achei o personagem principal o mais babaca dos seres humanos existentes. Fiquei furiosa por ter gasto meu tempo com algo tão decepcionante.
Foi quando eu percebi que a maioria de nós tem as mesmas atitudes de Holden Caulfield. Quem se decepciona, é porque se vê um pouco em Holden. Por que, muitas vezes, o que não nos falta é vontade de mudar. De virar tudo de ponta cabeça. De bagunçar um pouco a monotonia que são nossos dias . É a vontade de fazer da vida algo extraordinário. Só que, então, quebramos nossas próprias intenções de mudança. Voltamos pra casa, cumprimos com nossa rotina e tarefas diárias. E ai de quem dentre nossos conhecidos ousar a quebrar as rotinas. Criticamos por invejar aqueles que fogem à regra da "vida normal".
Ser um pouco como o Holden Caulfield é ser um pouco ser humano.
sábado, 7 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
24 de setembro.
Estava na praça Afonso Pena,na Tijuca, esperando o ônibus que junto aos meus amigos me levaria ao Rock in Rio.
Um homem de cabelos cacheados e rebeldes, que usava um nariz de palhaço, nos aborda e pede informações sobre como chegar ao local que ele queria ir.
O tal homem tira uma caixinha de papelão do bolso e pede para que nós pegássemos um papelzinho de dentro dela. Eu perguntei: " o que é isso?". Ele me respondeu: "É um presente; um passado,ou um futuro."
É tão estranho alguém romper com o seu cotidiano ao entregar um simples papel com uma simples mensagem de realidade humana.
Estava na praça Afonso Pena,na Tijuca, esperando o ônibus que junto aos meus amigos me levaria ao Rock in Rio.
Um homem de cabelos cacheados e rebeldes, que usava um nariz de palhaço, nos aborda e pede informações sobre como chegar ao local que ele queria ir.
O tal homem tira uma caixinha de papelão do bolso e pede para que nós pegássemos um papelzinho de dentro dela. Eu perguntei: " o que é isso?". Ele me respondeu: "É um presente; um passado,ou um futuro."
É tão estranho alguém romper com o seu cotidiano ao entregar um simples papel com uma simples mensagem de realidade humana.
Assinar:
Postagens (Atom)




